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Quiosque e cobertura de Piaçava
A perfeita mistura entre elegância e simplicidade
Estabelecer um contato mais próximo com a natureza faz parte do estilo de vida atual, que redescobriu a força da terra, os poderes das pedras e as importantíssimas propriedades das plantas. Dentro desta nova e saudável concepção, a arquitetura oferece possibilidades para resgatar formas mais simples e naturais de se viver, entre elas, as coberturas naturais.
Optar por um revestimento natural para o telhado é uma forma de integrar a construção à natureza. Muito solicitado para casas de praia ou de campo, o telhado de palha aparece também em regiões urbanas, cobrindo ambientes de lazer como quiosque, gazebo, bangalô, área de churrasqueira, varanda, bar molhado, casa de madeira, área de lazer, cabana, chalé ou mesmo a casa inteira. Para obter um bom resultado, recomenda-se o uso de fibras naturais tradicionais, como o sapé, a palha de santa-fé e a de piaçava.
Num primeiro momento, pode parecer estranho que esse tipo de cobertura tão primitiva realmente proteja contra a ação da chuva e do sol. Entretanto, em pouco tempo de convivência ela mostra suas excelentes qualidades como isolante térmico e acústico. A água da chuva também não atrapalha, desde que a estrutura do telhado tenha declividade mínima de 50% (recomendado 60%).
Normalmente a cobertura natural é associada a uma arquitetura de tendências rústicas. Mas ela pode ser combinada a outros estilos, conferindo um toque irreverente à casa. Se a idéia é se aproximar o máximo da natureza, a estrutura do telhado deve ser de madeira, de preferência aparente. A presença do forro é opcional e deve atender às expectativas estéticas para os ambientes internos, já que o visual do exterior está garantido.
O auxílio de um arquiteto pode tornar o projeto mais harmonioso, imprimindo a dose exata de natureza para abrigar os usuários.
A Cobrire executa projetos para construção ou reforma de quiosque com cobertura de palha Piaçava e estrutura de madeira aparelhada (madeira quadrada), lavrada ou de Eucalipto de reflorestamento (madeira roliça) tratado em Autoclave com garantia da usina de 15 anos contra qualquer ataque biológio (cupim, broca, fungo de apodrecimento, etc). Veja acima alguns modelos de quiosque de Piaçava.
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Piaçava da Bahia
(Attalea funifera)
Piaçava é o nome comum de uma espécie de palmeira nativa do sul da Bahia. Seu nome tem origem na língua tupi, significando "planta fibrosa", devido ao seu caule característico.
Sua fibra é colhida quando amadurece, sendo a parte mais grossa utilizada na produção de vassouras e as demais destinadas a artesanatos e confecção de coberturas.
Para aplicação como cobertura, a piaçava vem trançada em ripas de madeira com 2 metros de comprimento. Essas ripas são chamadas de "pente" e sua instalação na cobertura deve ser de baixo para cima, com espaçamento máximo de 14 cm. A sobreposição das ripas compõe o visual interno da casa. Do lado de fora, a piaçava é penteada e fica lisa. Sua principal característica é a "franjinha" que fica com cerca de 30 cm. de altura.
Sua durabilidade média é de aproximadamente 6 anos.
CARACTERÍSTICAS DA PALMEIRA DE PIAÇAVA:
Possui estipe liso e cilíndrico, desde subterrâneo até 15 m, folhas eretas, verde-escuras, com pecíolo longo, e frutos comestíveis. Também é conhecida pelos nomes de coqueiro-piaçaba, japeraçaba, pau-piaçaba, piaçabeira, piassava, piaçaba, piassaba, piaçaveira e vai-tudo.
CURIOSIDADES SOBRE A PIAÇAVA:
Piaçava é uma fibra natural que dá entre as folhagens de uma palmeira encontrada com mais evidência no sul da Bahia. Junto com as fibras que são utilizadas para fazer vassoura, existe o que os nativos chamam de bagaço ou fita. Esse bagaço antigamente era descartado e utilizado para reparar buracos nas ruas, pois não tinha o menor valor comercial nem se conhecia alguma forma de aplicação para tal. De repente um abençoado resolveu tentar cobrir uma pequena construção com o tal bagaço, e deu certo, foi aí que surgiu o emprego para um material que era descartado como lixo. Depois dessa descoberta, os nativos começaram a separar a fibra do bagaço, e logo um novo material natural de beleza inconfundível se tornara artigo de luxo fazendo parte agora de projetos arquitetônicos belíssimos em todo Brasil e em outros países.
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